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Meio Ambiente

Vamos confeccionar um livro sobre o meio ambiente com os alunos?




 




Dia de todos os Santos e Dia de Finados

Dia de Todos os Santos


O Dia de Todos os Santos é comemorado anualmente no dia 01 de Novembro , a data foi criada pelo Papa Bonifácio IV, com o intuito de homenagear todos os santos em um único dia.
Todos-os-Santos, de Fra Angelico.
Isso aconteceu no século VII e naquela época o Dia de Todos os Santos era comemorado no dia 13 de maio. No século seguinte o Papa Gregório III, mudou a data que passou a ser celebrada no dia 1º de novembro. Dizem os historiadores que o principal objetivo da mudança da data foi para que ela passasse a coincidir com o Samhain – Ano-Novo para os povos Celtas (comemoração que deu origem ao Halloween), buscando dessa forma, atrair os “pagãos” (possíveis novos fiéis) para a celebração católica.
No Brasil, o Dia de Todos os Santos não é considerado feriado nacional. Muitas pessoas, vão à Igreja assistir missas em celebração aos santos. Outro costume comum é ir aos cemitérios para limpar as sepulturas, levando flores, e deixando-as prontas para o dia seguinte, 2 de novembro, quando é celebrado o Dia de Finados.

Referências

http://pessoas.hsw.uol.com.br/dia-de-todos-os-santos.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Todos-os-Santos


Dia de Finados 

O Dia da Morte,
 pintura de William-Adolphe Bouguereau
O Dia de Finados  é celebrado no dia 2 de novembro, nesse dia, é costume visitar as sepulturas e levar flores aos mortos. A data está ligada à tradição católica. Para lembrar as pessoas queridas, acendem-se velas pelas suas almas e fazem-se orações.
Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava.
O culto aos mortos foi instituído oficialmente pela Igreja no século X. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII, um decreto do abade de Cluny, que dirigia o maior mosteiro da Idade Média, decretou que os monges sob sua jurisdição comemorassem o dia dos mortos no dia 2 de novembro, a  escolha da data se deu em virtude do dia de todos os santos, primeiro de novembro.
A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.
Existem alguns símbolos que são muito utilizados no dia dos mortos para homenageá-los. Os crisântemos representam o sol e a chuva, a vida e a morte e por serem flores mais resistentes são muito usadas nos velórios. As velas significam a luz do falecido, as coisas boas que eles deixaram para seus parentes vivos.
Muitas vezes, no dia de finados, o tempo fica nublado ou chuvoso. As crenças populares dizem que isso acontece porque as lágrimas das pessoas são derramadas dos céus.
No dia de finados, as pessoas enfeitam os túmulos com flores, acendem velas e muitas mandam rezar missas pelos parentes que perderam.

Referências
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-de-finados.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Fi%C3%A9is_Defuntos
http://educacao.uol.com.br/datas-comemorativas/ult1688u15.jhtm

Primavera

faça um livro sobre a primavera com seus alunos, são 6 atividades com pinturas ou recorte, depois as reúnas e faça uma capa.

UMA ÁRVORE A BALANÇAR



UMA BORBOLETA A VOAR




UMA FLOR PARA EMBELEZAR




UM PEIXE A NADAR




UM PATO A NADAR




UM SOL A BRILHAR
É A PRIMAVERA QUE CHEGOU PARA TODOS ALEGRAR.



HALLOWEEN


Muitas atividades para seu Halloween ficar mais divertido!

É só clicar nos links abaixo:

Brincadeiras para Halloween
Era Uma Vez Uma Bruxa - Livro infantil
Atividades e desenhos para Halloween
Máscaras para Halloween
Projeto Halloween
Imãs de geladeira de monstros - Halloween
Halloween origem e símbolos
Arte no Halloween








BRINCADEIRAS PARA HALLOWEEN


Corrida das múmias. 
Essa brincadeira tem duas partes:Primeira parte: os alunos formam duplas. Cada dupla recebe um rolo de papel higiênico (quanto mais baratinho, melhor, porque além de não ter picote, é bem mais grosso do que os mais caros). Quem conseguir terminar o rolo primeiro, deixando o seu par com "cara de múmia", ganha. Atenção: os braços não podem ser enrolados junto ao corpo, porque precisam ter mobilidade para a segunda etapa. segunda parte: corrida entre as múmias. Estabeleça o trajeto, e quem chegar primeiro na linha de chegada, vence.

 O sacudir-se para maçãs

Esse é um jogo de Halloween que existe há centenas de anos. Coloca-se maçãs com hastes em uma grande cuba ou chaleira com água. Devem remover uma maçã somente os dentes. Pode também amarrar maçãs em barbantes e pendurar para que as crianças tentem morder de olhos vendados. 

 Caça aos doces
Similar a uma caça do ovo, envolve pacotes pequenos de milho de doces na rede ou usa outros doces e esconde-se para que as crianças encontrem. 

Envolva a múmia 
Crianças separadas em pares com um rolo de papel higiênico devem enrolar o parceiro. Vence a dupla que primeiro enrolar-se com o papel higiênico. 

Corrida de maçãs
As crianças no chão devem empurrar as maçãs com seus narizes. 

Bruxa na vassoura 
O primeiro jogador diz:”Eu sou u ma bruxa em uma vassoura e estou tomando um ------- e completa com algo que gosta. O próximo repete a frase com o que o primeiro disse e acrescenta algo e assim sucessivamente. 

Frankstein 
Recorte cartões de cartolina e use revistas velhas. As crianças devem recortar partes do corpo, e montar seu Frankstein, quanto mais partes diferentes usar, melhor fica.


Era Uma Vez Uma Bruxa - Livro Infantil

RESENHA
A bruxa Hildegarda, cansada da monotonia de sua floresta,vai à cidade em busca de aventuras. Mas a cidade é mais difícil do que ela imaginava: é ela quem acaba assustada com os perigos do trânsito e as traquinagens das crianças. Depois de uma temporada de repouso forçado, a bruxa tira proveito de sua desaventurada aventura e abre uma escola de modernas técnicas de feitiçarias.

COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA
É um livro que brinca com a transposição do mundo mágico para o mundo real e com a dualidade campo / cidade. A história, por si só já engraçada, torna-se mais divertida por ser narrada em forma de carta enigmática. Além disso, a autora, ao usar de forma bem-humorada o recurso das onomatopéias, e de brincar com o significante em muitas outras palavras, propicia um estímulo a um trabalho artístico.
Para crianças em fase de alfabetização, é muito bem-vinda a oportunidade de um trabalho com as letras, que aqui se apresentam em novas possibilidades, além das formas tradicionais.
Áreas envolvidas: Língua Portuguesa (contos de fadas, contos de assombração, onomatopéias, tipos de letras, jogos lingüísticos), Geografia (problemas dos grandes centros urbanos), Educação Artística
Temas transversais: Meio ambiente, Ética.

PROPOSTAS DE ATIVIDADES 
Antes da leitura:
1.Verificar se os alunos conhecem carta enigmática. Traga uma bem simples para a classe.
2. Abrir um debate: Onde há mais perigos: na cidade ou na floresta? Fazer uma lista dos possíveis perigos de um e de outro lugar. Averiguar se o que consideram perigoso tem base na realidade ou são perigos imaginários.
3.Verificar quem conhece uma história de bruxa. Alguém sabe o que as bruxas costumam fazer? Conhecem uma história em que o príncipe vira sapo? Ler uma dessas para a turma (a mais conhecida é O Príncipe Sapo, ou O Fiel Henrique, dos irmãos Grimm).
4. Peça aos alunos que folheiem o livro e observem como as ilustrações se distribuem na página de um modo diferente de outros livros de literatura infantil que eles conhecem. Peça, também, que vejam os jeitos diferentes como algumas palavras estão escritas.




































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